18 de abril de 2017

Seduce Me: Suzu (parte 5)

Oi oi, pessoal! Crys-chan voltou com mais Seduce Me. Traduzido por Dani. Espero que gostem! :)

Eu estava estranhamento aliviada em saber que tudo ficaria bem enquanto eu estivesse fora de casa. Eu confiava neles o suficiente para saber que eles fariam tudo o que poderiam para a festa, então minha mente focou em sair com minhas amigas. Eventualmente, eu saí, andando em direção ao carro de Naomi com ela e Suzu. Suzu pegou todo o assento traseiro e eu peguei o lado do passageiro. Naomi deu partida no carro e dirigiu em direção à cidade. Era legal dirigir com minhas amigas. Depois de tudo que aconteceu, estava sendo legal apenas sair e esquecer de meus problemas.
Naomi: Bem, já que estamos fora da casa, podemos também ir para o shopping e andar um pouco. Afinal, acabamos de tomar café da manhã.
Mika: É. Aquela foi uma refeição.
Suzu: Poderia ter um pouco mais de tempero, na minha opinião.
Naomi: Suzu, você come pimenta quando está entediada. Tudo que você come sempre precisa de mais tempero.
[Você precisa de ensinar, Suzu!] * Escolha correta para a rota da Suzu
[Eu não consigo aguentar isso, Suzu...]
Suzu: Você só precisa comer comida apimentada o tempo todo. Você precisa treinar sua boca!
Naomi: Treinar sua boca? Sério, Suzu?
Mika: Parece difícil...
Naomi: De qualquer maneira, depois do shopping o que vocês querem fazer? Podemos ir para o Pink Café e depois sair com K. Tenho certeza que ela adoraria a companhia.
Suzu: Mas nós TEMOS que passar no fliperama! Eles têm esse novo jogo chamado Orion! Você tem que controlar esse cara chamado Issaku e você faz parte das forças rebeldes e você tem que atirar nas coisas e também tem robôs e...
Naomi: Sheesh!! Entendemos, Suzu! Já entendemos! Nós vamos para o fliperama!
Mika: Qual vocês querem ir primeiro? Você sabe o quão popular a K é, ela vai ficar cheia de clientes no decorrer do dia.
Suzu: Eu prefiro ir no final da tarde. Ele tem melhores opções durante a última hora do café.
Naomi: Então basicamente depois do fliperama?
Suzu: Você adivinhou bem rápido, Patterson.
Naomi: O que foi que eu disse sobre me chamar pelo sobrenome?!
Mika: Bem... Vamos então para...
[O fliperama] * Escolha correta para a rota da Suzu
[O café]
Então fomos para o shopping e andamos por um tempo antes de ir para o “Moon Fall Arcade”. Por mais estranho que o nome seja, o fliperama é um dos melhores lugares na cidade. Crianças e adolescente faziam fila nos jogos, assistindo os jogadores nos consoles enquanto aguardavam ansiosamente.
Suzu: Ooh! Ooh! Está ali! Está ali!!
Suzu agarrou a Naomi e eu pelas mãos antes de nos arrastar para a seção do fliperama onde um monde de crianças estavam reunidas super empolgadas. No meio da multidão estava um grande jogo com dois controles arcade e uma tela que brilhava o nome “ORION” a cada segundo. No fundo da tela, um ambiente de jogo holográfico brilhava diante de nós, revelando o campo de batalha neo-futurista e um inimigo robô carregando um ataque diante da câmera.
Naomi: ESSE é o jogo pelo qual você estava empolgada?
Mika: Parece bem legal!
Suzu: E é! E eu vou jogar tanto que eu vou zerar o jogo de uma vez!
Suzu sorriu e olhou para mim na esperança que eu fosse me juntar a ela como sua parceira usual de jogos. Eu olhei para a Naomi, que apenas revirou os olhos, cruzando os braços e me deu um sinal de “ok”. Eu ri antes de concordar com Suzu, que comemorava.
Suzu: WOOHOO!! Certo, vamos lá!
Levamos meia hora antes de conseguirmos sair das plataformas. O objetivo do jogo era derrotar o governo e restaurar a liberdade para os civis. Nós jogamos como rebeldes em um robô e o jogo rapidamente tornou-se do estilo “smash-and-bash” contra múltiplos inimigos robôs. Jogar com a Suzu era sempre uma aventura. Nós duas sabíamos quais eram nossos pontos fortes e fracos, então era fácil de colaborar uma com a outra. Não demorou muito até pegarmos o jeito do jogo e então espancar os inimigos como loucas. Assim que chegamos no último chefe, não havia nada que nos parasse. Era tão gratificante derrotar o chefe e colocar nossos nomes em códigos de três letras na lista de melhores pontuações.
Suzu: E é ASSIM que se joga. Nós somos incríveis, Anderson.
Suzu me lançou um largo sorriso que me fez retribuir. Eu estava feliz de poder passar o tempo e me divertir com minhas amigas assim. Eu me sentia livre de preocupações e responsabilidades. Era algo que eu amava. Eventualmente nós nos perdemos do tempo e acabamos ficando mais do que planejamos, impossibilitando de pararmos no café antes de voltar para casa e nos arrumar para a festa. Então, dirigimos de volta. Naomi e Suzu pegaram roupas e outras coisas em suas casas antes de irmos para a mansão. E então chegou a hora da festa. Em minha mente, eu ficava conferindo duas ou três vezes os essenciais da festa. Conhecendo meu pai, ele deve ter convidado parceiros de negócios e os executivos da Anderson Company para se mostrar. Eu fiquei parada em frente ao espelho de meu quarto, encarando minha forma com um milhão de pensamentos passando por minha mente. Era apenas uma festa de boas-vindas, mas ao mesmo tempo não era. Era minha chance de mostrar para meu pai que eu estava acima de suas expectativas. Era minha chance de meus pais me verem como uma mulher. E era meu teste para ver se eu estava mesmo pronta para morar sozinha. Bem, não completamente sozinha. Eu tinha os íncubos para agradecer, mas ainda assim. Eu não tinha meu pai me guiando ou minha mãe me ajudando.
Uma batida na porta me tirou de meus pensamentos, surpreendendo-me.
Mika: Quem é?
Naomi: Ei, está tudo bem aí? Seus pais devem chegar em breve então você deveria se apressar.
Mika: Bem, eu já estou pronta, mas...
Suzu: Mas o quê? Estou certa de que você está bonita, Anderson. Apenas saia!
Mika: Certo...
Assim que eu abri a porta para o corredor, eu observei os sorrisos de Naomi e Suzu transformarem-se em uma encarada estática.
Mika: O-o que?
Suzu: Cara, você tá linda.
Naomi: Sim! Você está incrível!! Onde você arranjou esse vestido?
Mika: Eu já o tinha há algum tempo. Eu apenas nunca tive a oportunidade de usá-lo. Imaginei que eu deveria fazê-lo agora.
Eu saí do meu quarto e fechei a porta atrás de mim. Assim que eu desci para o salão de entrada, os incubi estavam parados esperando por mim, todos vestidos como empregados exemplares.
Naomi: Uau!! Eles sabem mesmo como se vestir, não?
Mika: É...
Eu fiquei um pouco surpresa em como os garotos ficavam tão bem de uniforme. Cada um parecia um cavalheiro, até mesmo Sam. Eu comecei a descer os degraus vagarosamente com Suzu e Naomi atrás de mim. Os garotos me olhavam enquanto eu descia degrau por degrau, como cavaleiros aguardando por sua princesa. Eu senti minha face ruborizar, mas rapidamente balancei minha cabeça e me contive. Assim que cheguei no último degrau, James ofereceu sua mão e me ajudou a descer o último degrau, sorrindo.
James: Tão linda quanto uma princesa, senhorita.
Mika: Obrigada.
James: Então, está preparada para hoje à noite?
[Sinceramente... Não.]
[Sim. Estou pronta.]
[Tão pronta quanto jamais estive.] * Não importa, mas escolhi essa.
Eu não podia negar que estava nervosa, mas eu tinha que me esforçar. Esta festa era mais importante do que parecia e eu tinha feito tudo o que eu podia para me preparar. Agora, tudo dependia do destino. Os outros garotos sorriram confiantes para mim, o que me deixou um pouco melhor sobre tudo. Eu olhei para meu celular e marcada a hora. Quase que no mesmo momento, a campainha tocou e eu engoli em seco. Eu praticamente conseguia sentir a aura do meu detrás da porta. Sam e Erick rapidamente foram em direção da porta e abriram as portas duplas revelando meus pais, ambos vestidos de forma impecável.
Mika: Oi Mãe. Oi Pai.
Sra. Anderson: Nossa! Eu não sabia que seu legado também vinha com empregados...
Sr. Anderson: Provavelmente foi esquecido. E ainda, quem iria negar um bom serviço?
Eu estava em completo choque. Meus pais não questionaram sobre os garotos? Eles não iriam pedir por verificação ou coisa assim? Eu olhei para os garotos e percebi Sam e Erik encarando meus pais intensamente. Estariam usando seus poderes neles? Eles tinham que estar. Caso contrário, era impossível que aceitariam.
Sr. Anderson: Eu acho que os empregados contaram como partes da casa.
Minha mãe me lançou um sorriso e me deu abraço apertado. Eu a abracei de volta, sentindo o aroma de seu perfume. Faziam poucos dias, mas morar longe daqueles que me criaram era difícil. Minha mãe logo me soltou e olhou para minhas roupas.
Sra. Anderson: Maravilhosa. Você está tão adorável. David, olhe para sua filha e diga que estou certa.
Eu olhei para meu pai que estava olhando em volta do salão como um inspetor. Eu fiquei imóvel esperando que ele olhasse para mim. E, quando o fez, deixou um leve sorriso nos lábios.
Sr. Anderson: Sua mãe está certa. Parece que você já é uma adulta.
O mundo à minha volta parou e meu coração bateu forte em meu peito. O meu acabou de... Me elogiar? Por vontade própria? Minha mãe sorria de orelha a orelha com as palavras dele. E eu estava sem palavra alguma.
Mika: Obrigada, Papai.
Entretanto, sua face rapidamente voltou ao normal e começou a novamente olhar em volta.
Sr. Anderson: Então eu imagino que você está pronta para impressionar os demais convidados, certo?
Mika: O que quer dizer?
Sr. Anderson: Todo o comitê do Brinquedos Anderson está vindo hoje à noite. Até mesmo o Vice-Presidente logo deve chegar. Todos eles irão medir o seu potencial.
Mika: Meu potencial?
Sr. Anderson: Para se tornar o CEO da empresa.
Eu sabia. Alguma coisa estava errada sobre hoje à noite e agora essa festa tinha se tornado muito mais do que eu previa. Eu engoli em seco silenciosamente, mas eu concordei em resposta. Eu olhei para os incubi, mas eles se fingiam de “empregados” para a aprovação de meu pai. Eu olhei para trás e vi Naomi e Suzu levantar seu polegar como forma de encorajamento. Eu deixei sair um leve suspiro antes de meu corpo aceitar a situação. Eu senti um peso, mas tinha que esconder. Assim que o tempo passou, de repente, todo o salão de entrada estava cheio de hóspedes. Homens e mulheres vestidos de forma elegante e formal apareciam para me cumprimentar e ver minha nova casa. Eu não estava que tantos viessem, mas eu fui novamente surpreendida naquela noite. Eu apertei as mãos de muitos oficiais e membros executivos, colocando minha face profissional que meu pai me treinou. Eu sentia-me sobrecarregada, mas eu disfarçava atrás de um pequeno sorrido e aperto de mão. Muitos faziam-me perguntas. Eu dei o meu melhor para responder de forma mais madura possível. Eu tinha que me lembrar: diga o que querem ouvir não o que você quer dizer.
Convidado: Então, como você se sente tão nova e já morando sozinha?
[Ééé, está tudo bem, eu acho]
[Bem, eu, uh, sinto-me bem?]
[Poderia ser melhor, para ser honesta]
[Estou dando o meu melhor.] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[É difícil ser independente. Eu gostaria de ter continuado morando com meus pais.]
[É bem legal, na verdade.]
Convidado: Eu sinto muito sobre o falecimento de seu avô. Eu acho que todos nós ficamos muito chateados.
[...]
[Obrigada pelos pêsames] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[Bem.. Eu...]
[É...]
[Desculpe, mas eu não gostaria de falar sobre isso]
[Com licença, eu preciso ir.]
Convidado: Você tem algum plano sobre faculdade?
[Eu vivo o presente, então não é uma preocupação para mim]
[Há uma possibilidade]
[Sim, eu penso] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[Pfft, faculdade. Eu não preciso disso]
[Está meio que no ar. Veremos]
[Será que penso? Uh...]
Eu sentia-me como se as perguntas viessem uma em seguida da outra. Era difícil responder algumas porque não eram sobre mim. Elas eram sobre a empresa.
Convidado: O que você acha que vai acontecer com a empresa agora que seu avô faleceu?
[É difícil dizer, eu não sou uma executiva ou algo do gênero]
[Em breve irá voltar ao normal]
[...]
[Eu acho que tudo depende de quem está no comando] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[Na verdade , eu não me importo]
[Não me pergunte, eu não tenho ideia]
Convidado: O que você acha da política de filantropia que a empresa possui?
[Se fosse por mim, eu estaria mais centrada em lucrar ]
[É uma política que reflete meus princípios, então pessoalmente eu acho ótima ] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[Estou com sede]
[É... legal.]
[...]
[Eu não presto muita atenção nisso]
Convidado: Você acha que a empresa deveria expandir-se para além de brinquedos?
[Eu não acho que faz sentido]
[É uma empresa de brinquedos. Por quê?]
[É uma possibilidade] * Não importa, mas eu escolhi essa.
[E-Eu, uh...]
[Eu vou me retirar agora]
[Hmmmm... não?]
Eventualmente, as perguntas pararam e eu estava de volta a mim mesma. Naomi e Suzu estavam se misturando à multidão e os incubi estavam fazendo suas tarefas, então eu estava sozinha em um lugar cheio de estranhos. Era estressante pensar sobre, mas pelo menos eu não estava mais sendo questionada por todos os lados. Contudo, de repente minha mãe veio em minha direção passando pela multidão, trazendo alguém que eu não conhecia.
Sra. Anderson: Querida, eu gostaria de te apresentar alguém! Este gentil cavalheiro é o filho do Vice-Presidente.
Com minha mãe estava um rapaz que parecia ser alguns anos mais velho que eu. Ele sorria e estendia sua mão para mim, silenciosamente pedindo por minha mão.
Andrew: Olá, sou Andrew Lewis. É um prazer conhece-la, Srta. Anderson.
[Colocar sua mão sobre as dele] * Não importa, mas eu escolhi esse
[Apenas acenar com a cabeça]
Assim que coloquei minhas mãos sobre as dele, ele a levou para seus lábios e beijou gentilmente. Eu senti minha face esquentar um pouco com o gesto. Andrew sorria para mim antes de soltar minha mão.
Andrew: Estou honrado por ter sido convidado.
Minha mãe sorria para nós dois, o que me deixou um pouco preocupada. Por que ela estava tão animada em me apresentar o Andrew?
Andrew: Então, um... Você organizou a festa muito bem, Srta. Anderson.
[...]
[Obrigada] * Não importa, mas eu escolhi essa
Andrew: De nada. O elogio é muito bem merecido.
Andrew então riu de nervoso, levando uma de suas mãos aos seus lábios para cobrir o riso antes de lançar-me um sorriso.
Andrew: Sinto muito se eu me adiantei, haha. Eu apenas estive muito empolgado em conhecer a neta de Harold Anderson.
Mika: Huh? Por quê?
Andrew: Ele tinha o costume de falar sobre você o tempo todo no escritório e o quanto você o ajudava a melhorar os brinquedos. Eu apenas comparecia às reuniões e ouvia suas histórias. Você foi de grande ajuda com o sucesso da empresa sem nem ao menos trabalhar lá haha!
Mika: Oh, uau. Eu não sabia que ele falava sobre mim...
Isso explica porque todos estavam fascinados comigo e sua preferência por perguntas pessoais. Eu olhei para o Andrew que tinha uma expressão dócil. Algo nele parecia diferente e eu não sabia o que era. Parecia que ele estava escondendo alguma coisa. Fosse bom ou ruim, eu não tinha como saber. Eu senti alguém caminhar até meu lado, fazendo com que eu me virasse. Próximo a mim estava meu pai, dando seu olhar mais gélido para Andrew que ficou tenso de repente.
Sr. Anderson: Então você é o filho de Jared?
O corpo de Andrew tremeu um pouco. Fosse medo ou insulto, Andrew travou os olhos com os do meu pai. Eu não podia evitar de sentir a tensão entre eles. Me incomodei com a frágil atmosfera que se formou, tão frágil para ser quebrada com a palavra errada.
Sr. Anderson: Você é a pessoa que quer se tornar o próximo CEO da empresa Anderson?
Andrew: Bem...
Esse é o fim da parte 5. Até a próxima! :)

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